terça-feira, 13 de setembro de 2011

O desafio :)

E cá estou eu a responder ao desafio que me foi proposto pela minha querida Orquídea Selvagem :) Dá que pensar, para rever as prioridades :) Um grande beijinho.

5 COISAS QUE TENHO QUE FAZER ANTES DE MORRER
  • Visitar os Açores
  • Trabalhar na REN :)
  • Constituir uma família
  • Conduzir um Tesla
  • Ser feliz uma semana seguida

5 COISAS QUE MAIS DIGO
  • Oh God...
  • Lá chegarei
  • Pensamento positivo
  • Foda-se
  • Não há noite tão longa que não encontre o dia

5 COISAS QUE FAÇO BEM
  • Migas
  • Dar miminhos
  • Bicos (lol)
  • Massagens (das inocentes e das outras...)
  • Amêijoas à Bulhão Pato

5 DEFEITOS
  • Preguiça
  • Não (te) saber dizer que não
  • Impulsividade
  • Choro quando estou nervosa
  • Não saber demonstrar às pessoas o quanto gosto delas

5 COISAS QUE ADORO
  • Dormir
  • Chocolate
  • Sexo
  • Beijos
  • Ler

5 COISAS QUE DETESTO
  • Programar
  • Não (te) resistir
  • Cinismo
  • Acordar cedo
  • Condutores domingueiros

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Medo

 (imagem retirada da net, desconheço o autor)

Fiquei a saber que a tua relação acabou... E estou cheia de medo, estou ansiosa, angustiada até... Acabou? Porquê? Encontraste alguém que valeu a pena quando eu não vali? Queres-me de volta? Eu quero... Quero o teu corpo nos meus braços, o teu cheiro na minha pele, o teu suor no meu corpo, as tuas mãos a apertar-me, a tua boca a percorrer-me, o teu sexo no meu... Quero tanto esse calor que me provocavas por dentro, sentia-me pequena perante tanto desejo! Vem... Mas eu sei que me vou magoar. Faz hoje um ano que foi a última vez que te tive, fisicamente. Porque da cabeça nunca saíste.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

"Essa coisa de gostar de alguém"


Trouxe daqui, gostei tanto do que li que achei que devia trazer para o meu sítio, para ler e reler...

"Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.

Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?


Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é difícil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.

Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campainha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."


De Fernando Alvim.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Acabou-se...

E a história com o V. acabou... Não estou deprimida, estou um pouco triste, mas também já experimentei a sensação de estar aliviada... Tenho de descrever a mim própria como tudo se passou para melhor assimilar e tentar perceber. Perceber-me a mim e talvez a ele. Quando puder escrever à vontade, estarei de volta.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Chateada

 (imagem retirada na net)

É daqueles dias em que vou usar o meu cantinho para desabafar. Porque estou chateada. Pior, estou chateada por estar chateada! Prometi a mim mesma não me deixar afectar desta maneira, e estou a falhar à minha promessa. E não posso, não quero e não me apetece falar disto com quem me rodeia. Estaria a dar a parte fraca... Não estou para levar com a conversa do "ah e tal, estás apaixonada!". Não estou. Mas poderia vir a estar... Por um lado até devia estar contente por as coisas estarem a correr assim, por não me poder deixar levar pelos sentimentos. Mas pelos vistos já comecei a ceder-lhes.

Conheci o V. em Fevereiro deste ano, na festa de aniversário de uma das minhas melhores amigas. Falei para ele sem sequer termos sido apresentados, não costumo esperar por essas convenções sociais. Nada de especial, ainda dei por mim a pensar "sim, és engraçado, até marchavas", mas fiquei por aí. Umas piadas, comentários sobre o espaço e a música, até uma dança. Deu-me boleia para casa e a noite ficou por aí, sem trocar contacto, sem combinar nada. Na semana seguinte encontro-o na noite. Os meus amigos foram embora, os dele também, acabámos por ficar só os dois. Conversa para cá, dança para lá, a coisa deu-se. Lá fui eu dormir a casa dele. O que me espantou a mim própria, pois nunca tinha ido para a cama com alguém que me era praticamente desconhecido. Enfim, há uma primeira vez para tudo, certo? Foi bom, muito bom, e é o que interessa. Dormiu agarrado a mim a noite toda, o que me fez uma certa confusão, e na manhã seguinte acordou-me com beijos e mais uma sessão de sexo. Almocei em casa dele, mais beijos e achei que estava na hora de vir para casa. Não queria que se fartasse de mim nem eu me queria fartar dele.

Desde então que estamos juntos praticamente todas as semanas, falamos regularmente (via facebook, mesmo à putos), mas não costumamos trocar mensagens e raramente falamos ao telemóvel. O que é isto?! Naked friends? Naked sim, friends é que não me parece... Já me apresentou alguns amigos dele, já foi ter comigo quando eu estava com os meus. Quando vou ter com ele quase nunca saímos de casa, ficamos sempre entre as quatro paredes do conforto dele, deitados no sofá a ver TV ou um filme qualquer. Quando não estamos nas nossas maratonas sexuais. Mas começo a fartar-me... E fico chateada porque talvez já estivesse a abrir o meu coração. Ou talvez já me tivesse mentalizado para o fazer.

Em Dezembro do ano passado tive um affair com um antigo colega. Nada de especial, estava com vontade de me distrair e não vi mal nenhum em "usá-lo" para esse fim. Fomos jantar, vimos um filme em minha casa, nessa noite só não houve sexo porque não havia preservativo. Passámos a noite de fim de ano juntos, trouxe-me a casa e subiu. Também não houve sexo. Confesso que não estava muito entusiasmada. Aquela pessoa afinal não me puxava, não me dizia nada. Acho que percebeu, porque foi embora e nunca mais disse nada, nunca mais soube nada dele. Ainda bem, não estava para me chatear nem para dramas masculinos.

Mas será que com o V. se vai passar o mesmo? É que andamos nisto há meio ano! Jantares a dois em casa dele, acabo por quase sempre passar lá a noite, já trocámos beijos em público, nas raras vezes em que saímos de casa. Passei o fim de semana em casa dele e desde então não sei de mais nada. Enviei-lhe um sms ao qual tive uma resposta curta e fria, sem margem para desenvolvimento de conversa. É mais um que também vai desaparecer assim? Será que é ainda por tua causa que não me consigo dar e não deixo que me levem?? Raios! Isso chateia-me!

domingo, 7 de agosto de 2011

Férias!

Depois da loucura do mês de Julho, em que não houve tempo para nada, vejo-me no mês de Agosto.

Finalmente vou poder dedicar-me novamente a este meu refúgio...